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Aulas de robótica facilitam o ensino na Serra

O robô Kaily Rafael dá um show movendo os braços e a cabeça no ritmo de uma música escolhida no computador. Criado e programado pelos estudantes do 8º ano Kauã Henrique, 14 anos, Joyce Cardoso, 14, e Sabrina Barbosa, 15, o robozinho é um dos protótipos feitos pelos 50 estudantes que participam do Projeto de Robótica e Programação SerraInCode, implantado na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Aureníria Correa Pimentel, em Novo Horizonte.

 

O robô Kaily Rafael dá um show movendo os braços e a cabeça no ritmo de uma música escolhida no computador. Criado e programado pelos estudantes do 8º ano Kauã Henrique, 14 anos, Joyce Cardoso, 14, e Sabrina Barbosa, 15, o robozinho é um dos protótipos feitos pelos 50 estudantes que participam do Projeto de Robótica e Programação SerraInCode, implantado na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Aureníria Correa Pimentel, em Novo Horizonte.

O projeto, que leva tecnologia para o currículo escolar do município, é uma parceria da Prefeitura da Serra com o Instituto Federal da Serra (Ifes) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Espírito Santo (Fapes).

A iniciativa rendeu um prêmio ao prefeito da Serra, Sergio Vidigal. Ele recebeu o título de Prefeito Inovador 2023 durante o Fórum de Cidades Digitais e Inteligentes de Vitória, na última semana. Na manhã desta quinta-feira (3), a secretária de Educação, Luciana Galdino, em nome do prefeito foi à sala de aula parabenizar os jovens.

“Em nome do prefeito, quero agradecer ao trabalho de todos vocês. Parabéns aos estudantes, à equipe da Emef Aureníria e aos nossos parceiros, o Ifes e a Fapes, por um projeto que traz a robótica para o nosso contexto escolar de uma maneira potente e cativante. Esperamos que essa parceria continue e que se amplie para mais escolas de nossa rede. Esse prêmio é de todos vocês”, elogiou.

Matemática

As aulas de robótica implantadas no início deste ano dão um ganho a mais no ensino dos estudantes na Matemática. Quem tinha dificuldade passou a encarar a matéria de outra forma.

“No primeiro dia, eu achei que seria difícil por causa da Matemática, mas o jeito que as aulas são feitas faz a gente aprender rapidinho. Agora, eu sei programar os robôs e estou me sentindo uma programadora. O robô já está dançando conforme a nossa música”, comemorou a aluna Joyce.

A companheira de programação, Sabrina, concorda: “O robô fez a gente ver a Matemática de um outro jeito. Além disso, eu nunca tinha imaginado construir um robô na escola. Parece mesmo coisa de filme e já estou pensando em, de repente, ir para a área de Engenharia”.

Aulas de informática básica

O projeto é desenvolvido no contraturno, com duas aulas semanais, durante três meses, para quem está no 8º e 9º anos. Mas antes de sair programando robôs, foi preciso começar do zero. O professor Ailton Reis lembrou que houve necessidade de fazer uma adaptação já que foi identificado que os alunos não tinham familiaridade com computadores de mesa.

“Tivemos que fazer uma introdução de informática básica como utilizar mouse, teclado, Word e email porque esses jovens estão acostumados com internet e com tecnologia no celular. Mas a adaptação deles foi rápida e tranquila”, elogiou.

O professor Marco Antônio Cuadros, do Ifes, enfatizou que a robótica foi um caminho alternativo à fixação de conhecimentos da Matemática.

“Os alunos conseguiram aplicar o conhecimento em Matemática básica em elaborar movimentos para um robô. Para que ele tenha movimento é preciso fazer cálculos para uma programação correta. Foi muito produtivo a introdução desses alunos na vida tecnológica”, explicou.

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