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Brasil é o 3° pior em investimentos na educação básica entre 42 países

Nesta terça-feira, foi divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que o nível de investimento que o Brasil possui na educação básica é a terceira pior entre os 42 países avaliados. Com um investimento equivalente a US$ 2.981 por aluno, o país fica um pouco mais de um terço da realidade dos países ricos, abaixo da média da OCDE, que é de US$ 10.510 por aluno. Em números, o território brasileiro só supera o México e a África do Sul. 

Nesta terça-feira, foi divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que o nível de investimento que o Brasil possui na educação básica é a terceira pior entre os 42 países avaliados. Com um investimento equivalente a US$ 2.981 por aluno, o país fica um pouco mais de um terço da realidade dos países ricos, abaixo da média da OCDE, que é de US$ 10.510 por aluno. Em números, o território brasileiro só supera o México e a África do Sul. 

O cenário da pandemia também influenciou negativamente a relação dos gastos do Brasil com a educação. O país reduziu, entre 2019 e 2020, em 10,5% o gasto público em educação. Há quase 10 anos, a meta era ampliar o número de matrículas no ensino técnico para os alunos que estão no ensino médio, mas até o ano passado, nem metade do objetivo tinha sido alcançado. 

Entre aqueles que investem valores maiores no cálculo por aluno, estão os países vizinhos latino-americanos como Argentina, Colômbia, Chile e Costa Rica. Nos países mais ricos, considerados como ponta superior, estão Luxemburgo (US$ 23.577), Suíça (US$ 17.598) e Noruega (US$ 15.986).

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