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Podcast do Foca na Cultura Canela-Verde destaca a voz do protagonismo feminino no congo

O mundo dos podcasts não para de crescer e quando uma iniciativa surge com um propósito claro, há o envolvido do público. É o caso do Invisíveis Mulheres, uma iniciativa criada por Giseli Capelini, que tem como objetivo dar visibilidade ao trabalho feminino na área cultural.

O mundo dos podcasts não para de crescer e quando uma iniciativa surge com um propósito claro, há o envolvido do público. É o caso do Invisíveis Mulheres, uma iniciativa criada por Giseli Capelini, que tem como objetivo dar visibilidade ao trabalho feminino na área cultural.

No mais recente episódio, intitulado Mulheres do Congo, o programa foca na cultura canela-verde, com um olhar atento para a força e resistência feminina nesse contexto. O episódio contou com o patrocínio da iniciativa de Coinvestimento – Fundo a Fundo, uma parceria da Prefeitura de Vila Velha e da Secretaria de Estado da Cultura (Secult/ES).

O bate-papo do programa contou com a presença de quatro mulheres de diferentes gerações da banda de congo Beatos de São Benedito. O episódio ofereceu um mergulho profundo na devoção pelo congo, explorando como essa tradição é mantida viva e vibrante pelas mulheres da cultura capixaba.

Milena Rodrigues de Freitas, por exemplo, descreveu sua experiência na dança do congo como uma sensação de leveza e paz, destacando o orgulho que sente ao representar sua cultura. Mônica Dantas lamentou o preconceito que ainda paira sobre o congo, especialmente quando associado de forma incorreta a práticas religiosas de matriz africana.

Therezinha Barcelos trouxe um tom de espiritualidade, ressaltando como a devoção e a fé são elementos que se tornam curativos e transformadores durante as celebrações. Maria Izan Barreto fez um apelo à unidade e ao amor, pilares que, segundo ela, sustentam toda a comunidade envolvida.

“A ideia é abrir uma janela para o universo complexo e encantador das tradições culturais do Espírito Santo, focando naquelas que são muitas vezes deixadas às margens, mas que são fundamentais para a existência e a continuidade dessa rica tapeçaria cultural. Em tempos de desconexão e divisão, desenvolvemos um lembrete da beleza e da força que residem na coletividade e na diversidade cultural”, enfatiza Giseli.

Clique aqui e ouça o episódio Mulheres do Congo do podcast Invisíveis Mulheres.

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